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10 lugares diferentes para conhecer no Rio de Janeiro

O calçadão de Copacabana, a praia de Ipanema, o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, os Arcos da Lapa… Todo mundo conhece os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro. Mas a verdade é que o Rio vai muito além de seus cartões postais: a Cidade Maravilhosa oferece dezenas de programas em meio à natureza e uma grande variedade de atividades culturais.

Ilha Fiscal

Aberto à visitação, o palacete da Ilha Fiscal é uma excelente opção de passeio para o final de semana. O castelo neogótico da ilha, cuja construção remete à arquitetura medieval da região de Provença, na França, se destaca na paisagem. São mais de sete mil metros quadrados, antigamente destinados ao uso alfandegário, o que acabou por dar-lhe seu nome – anteriormente, era conhecida como Ilha dos Ratos.  O passeio até à Ilha é realizado com a escuna Nogueira da Gama e dura cerca de 10 minutos, em caso de mau tempo o trajeto é feito de van.

Instituto Moreira Salles

Definida por Guilherme Wisnik como “uma casa de chácara”, a antiga residência de Walther Moreira Salles é, segundo o arquiteto, “uma construção monumental, elegante e austera, projetada para abrigar tanto uma família numerosa quanto uma intensa vida social, marcada por frequentes recepções para convidados ilustres”. Organizada em torno a um pátio central, a casa apresenta um estudado contraste entre o classicismo italiano de Redig de Campos e o informalismo imprevisto do desenho de Burle Marx. Esse pátio trapezoidal se abre para o jardim com piscina e a vista da montanha, ao fundo, através de uma passagem livre ao final do volume da sala de jantar, a oeste. Essa passagem é delicadamente coberta por uma marquise ondulante – elemento muito característico da arquitetura moderna carioca, que fecha de modo sensual a composição do pátio, envolvido inteiramente por uma elegante colunata externa.

Sítio Roberto Burle Marx

O Sítio Roberto Burle Marx, com as coleções botânica-paisagística, artística, arquitetônica e biblioteconômica, é reconhecido como patrimônio cultural brasileiro desde 1985, data em que o arquiteto e paisagista Roberto Burle Marx doou a propriedade ao Iphan. O artista, falecido em 1994, não presenciou o tombamento integral do Sítio, em 2000. Mas, cumpriu-se a intenção de Burle Marx de preservar suas experiências, criar uma escola de paisagismo, botânica e artes em geral, e transmitir o seu principal legado: saber fazer jardins. Burle Marx residiu no Sítio a partir de 1973. Após sua morte, a residência transformou-se no Museu-Casa de Burle Marx em agosto de 1999. O sítio detém um acervo botânico que inclui cerca de 3.500 espécies cultivadas, com ênfase em plantas tropicais autóctones do Brasil.

Parque das Ruínas

Localizado nas ladeiras de Santa Teresa, o Parque das Ruínas tem uma das vistas mais bonitas do bairro e um Centro Cultural com programação para toda família. O programa é perfeito para relaxar, namorar ou conversar debruçado sobre a bela paisagem do centro e da Baía de Guanabara. Para quem quer se divertir com a família, o lugar também é perfeito, já que o Centro Cultural do parque conta com programação gratuita e intensa como exposições, teatros infantis, apresentações de circos e música. No espaço acontecem exposições e mostras fotográficas, oficinas de dança e de música, apresentações de teatro e diversos eventos ao ar livre. A partir do dia 26 de junho, o Parque das Ruínas contará também com o Parque Musical, um playground sonoro, interativo e acessível a todos os públicos.

Visconde de Mauá

O distrito, que fica em Resende, é propício para aqueles que querem sossego ou se aventurar em meio a natureza. Casais se alojam em chalés charmosos, enquanto famílias passam o tempo andando a cavalo ou em busca de cachoeiras. Os mais corajosos podem se arriscar em atividades como rapel, escalada e cachoeirismo. Neste cenário bucólico, encontra-se um quê de sofisticação, proporcionado por ótimas pousadas, bares e restaurantes. A região de Visconde de Mauá é composta por 3 vilas principais: Visconde de Mauá, Maringá e Maromba.

Paraty

Paraty é um destino que foge completamente ao padrão unilateral de cidades turísticas. Caminhar pelas ruas construídas em pé de moleque é um verdadeiro retorno ao passado. Impossível não se encantar com o Centro Histórico. Ao anoitecer, as luzes amareladas são hiptonizantes, assim como todas as cores dos casarões coloniais. Junte a esse cenário toda a imensidão da Serra do Mar e você terá um cartão postal apaixonante. Casarões coloniais, igrejas dos séculos 18 e 19, restaurantes românticos e calçadas com pedras são parte do charmoso centro histórico.

Pista Cláudio Coutinho

Se você gosta de caminhar, vai precisar conhecer a Pista Claudio Coutinho na Urca! Para quem gosta de caminhar a cidade do Rio de Janeiro já oferece infinitas opções de lazer, seja com cenários mais urbanos, com trilhas ou com ciclovias na beira da praia…enfim, a cidade parece que foi feita para atividades ao ar livre! O local é ideal para caminhadas, já que é proibido o uso de bicicletas, skate e patins. A pista também chama atenção dos amantes de aventura. A entrada da famosa trilha do Morro da Urca se encontra ao longo da pista, à esquerda. A trilha é fácil e pouco extensa – tempo médio de 40 minutos -, mas um pouco íngreme. A Pista Cláudio Coutinho é um ótimo lugar para curtir a vista e o contato com a natureza no Rio de Janeiro, graças a sua densa vegetação e animais que cruzam o caminho.

Forte Duque de Caxias

O Forte Duque de Caxias ou Forte do Leme, fica no topo do Morro do Leme, sendo uma das antigas fortalezas do Rio de Janeiro. Hoje em dia este sítio histórico está aberto à visitação de terça à domingo. Como se localiza em uma área de grande beleza natural, cercada por densa mata e vegetação, a subida ao forte é também uma caminhada e passeio ecológico. A subida, por uma estradinha de paralelepípedo em meio à mata, apresenta a cada curva uma paisagem mais bonita que a outra. A estrutura do prédio que se vê hoje, assim como os pequenos canhões ao longo dos muros, data da última reforma do lugar, na década de 1930.

Feira de São Cristóvão

A Feira de São Cristóvão é a opção carioca arretada para comprar, comer e se divertir, pois oferece artesanato, comida, bebida, folclore e muita música. A Feira sintetiza o Nordeste e oferece ao visitante tudo que a região dispõe, exibindo, nas suas quase setecentas barracas, sua riqueza tradicional e proporcionando, ainda, a animação característica da terrinha: Som do Nordeste,forró, xote, baião, xaxado, repente, embolada, martelo, arrasta-pé, maracatu e outros sons bem genuínos. O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas está instalado em um enorme pavilhão, construído durante o governo Juscelino Kubitschek para abrigar a Exposição Internacional de Indústria e Comércio, posteriormente reformado. Dois grandes palcos recebem repentistas que improvisam rimas, grupos de forró que colocam todos na pista para dançar e bandas que trazem ao Rio os sons típicos dessa região do país, como xote, baião, xaxado, arrasta-pé e maracatu.

Restinga de Marambaia

A Restinga da Marambaia, em Barra de Guaratiba, é uma região de natureza preservada pouco desbravada na zona oeste do Rio de Janeiro. O acesso ao local é restrito, pois a Marinha do Brasil administra a área, mas a Restinga é figurinha repetida nas novelas da Globo. Kubanacan, Da Cor do Pecado e Flor do Caribe foram filmadas aqui, inclusive com cidade cenográfica montada. Suas praias têm entrada restrita por ser área militar, mas é possível acessá-las pelo mar, de barco ou de stand-up paddle – há vários estabelecimentos em Pedra de Guaratiba que alugam equipamentos e promovem o passeio.